sexta-feira, 19 de novembro de 2010
ATIVIDADE DA DISCIPLINA FILOSOFIA-AS FILOSOFIAS POLÍTICAS
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
A NECESSIDADE DO PERDÃO
Quando somos magoados e feridos, somente através da intervenção de Deus somos capazes de perdoar, só ELE pode nos libertar do ressentimento, da mágoa e da dor.O poeta e draumaturgo William Shakespeare, dizia : " Guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra".Só encontramos motivações para a prática do perdão se estivermos imersos na poderosa fonte de Deus.Quem não perdoa, não é perdoado!Um bom exemplo para para comparar e entender o perão é a cirurgia, que é realizada para a retirada de um mal, depois fica a cicatriz, porém não sente mais dor.Pois bem, quando perdoamos permanece a cicatriz, e ela jamais se apagará, mas serve de comprovação de que o mal e a dor foram arrancados.Perdoar não é esquecer, é se lembrar sem querer se vingar.
Sem dúvida não estamos diante de uma questão fácil, mas desafiadora.Se esperarmos sentir algo no coração que nos encorage a perdoar, nunca o faremos, pois nosso sentimento jamais quer perdoar.As lembranças do mal que nos fizeram, a todo momento ,é alimentada pelo desejo de punição.Muitos chegam a acariciar sua mágoas e a agarrar-se a elas como incentivo de vida, relembrando a todo momento sua dor.Por isso mesmo perdoar é uma decisão e não um sentimento.É um gesto de grandeza, porque custa caro; quem perdoa paga um preço tremendo, o preço do mal que perdoou, mas sente-se grande pela decisão espiritual tomada.O perdão tanto para quem pede quanto para quem dá, é um poderoso instrumento de honra.Quando pedimos, reconhecemos nossas fraquezas.Quando oferecemos perdão, enobrecemos a pessoa perdoada.Ambos somos honrados pelo perdão.A falta de perdão traz morte interior, devido à revolta contra outrem e até mesmo contra Deus.O mal que sofremos não nos destruirá, mas o rancor sim.O ressentimento é como uma pequena semente que brota no nosso coração e começa a criar raízes.Suas raízes sufocam a vida emocional e espiritual e seu fruto contamina a todo nosso interior(Hb 12:15). O objetivo de Deus com o perdão é nos libertar das torturas causadas por Satanás em nossa mente e emoção.Nem sempre o ofensor valoriza o perdão recebido, porém o mais importante é saber que o perdoador, além de obedecer à ordem divina, vive melhor com Deus,consigo e com os seus semelhantes(Ef 4:32).Perdoar é jogar fora todo o lixo acumulado dentro do coração.Quer ser feliz por um momento? Vingue-se.Quer ser feliz para sempre? Perdoe!
Para finalizar é bom sempre lembrar: a morte de JESUS na cruz demonstra a dimensão do amor de DEUS para conosco, perdoando nossos pecados antes mesmo de encontrar em nós qualquer sinal de arrependimento.Tal fato mostra o imensurável amor de DEUS por nós, ainda que não mereçamos.Quem somos nós para nos acharmos no direito de não perdoar?De onde viemos?Para onde vamos?Somos superiores a DEUS?Não somos nada, viemos do pó e para o pó retornaremos e se Deus tiver misericórdia e tomarmos uma decisão única de segui-lo sem olhar para trás, um dia O veremos face a face e contemplaremos a beleza de Seu rosto.Para tanto, é preciso amar e perdoar.
Gláucia Sério(Pedagoga, professora de filosofia do Ensino Médio)
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Por que Sofia Vive?
Gláucia Sério, mãe de Vítor e Sofia.
oficina de blog
domingo, 12 de setembro de 2010
Ter competência ou ser competente
quinta-feira, 17 de junho de 2010
O Poder da Prece
O dono do armazém zombou dela e pediu que se retirasse do seu estabelecimento.
Pensando na necessidade da sua família, ela implorou: "Por favor, senhor, eu lhe darei o dinheiro assim que o tiver..." ao que lhe respondeu que ela não tinha crédito e nem conta na sua loja.
No balcão ao lado, um freguês que acompanhava a conversa entre os dois aproximou-se do dono do armazém e lhe disse que ele deveria dar o que aquela mulher necessitava para a sua família por sua conta. Então, o comerciante falou, meio relutante, para a pobre mulher:
- Você tem uma lista de mantimentos?
- Sim - respondeu ela.
- Muito bem, coloque a sua lista na balança, e o quanto ela pesar, eu lhe darei em mantimentos.
A pobre mulher hesitou por uns instantes e com a cabeça curvada, retirou da bolsa um pedaço de papel, escreveu alguma coisa e o depositou suavemente na balança. Os três ficaram admirados quando o prato da balança com o papel desceu. Completamente pasmado com o marcador da balança, o comerciante virou-se lentamente para o seu freguês e comentou, contrariado: "Eu não posso acreditar!" O freguês sorriu e o homem começou a colocar os mantimentos no outro prato da balança. Como a escala da balança não equilibrava, ele continuou colocando mais e mais mantimentos até não caber mais nada. O comerciante ficou parado ali por uns instantes olhando para a balança, tentando entender o que havia acontecido. Finalmente, ele pegou o pedaço de papel da balança e ficou espantado, pois não era uma lista de compras, mas uma oração que dizia: "Meu Deus, o senhor conhece as minhas necessidades e eu estou deixando isto em suas mãos." O homem deu as mercadorias para a pobre mulher no mais completo silêncio, que agradeceu e deixou o armazém. O freguês pagou a conta e disse: "Valeu cada centavo".
Só mais tarde, o comerciante pode reparar que a balança havia quebrado. Entretanto, só Deus sabe o quanto pesa uma prece.
terça-feira, 25 de maio de 2010
Liderança e gerenciamento
Na condição de indivíduos, grupos e profissionais, normalmente, estamos tão ocupados com o corte das árvores que nem sequer percebemos que estamos na mata errada. Por isso, precisamos cada vez mais de uma visão, ou um destino, e de uma bússola e menos de um mapa da estrada. A eficácia, e muitas vezes a sobrevivência, não depende apenas de quanto esforço se faz, mas, sim, se estamos realizando este esforço na mata certa ou não. E, se levarmos em conta as metamorfoses freqüentes, que hoje em dia, ocorrem em todas as áreas e profissões, necessariamente a liderança vem antes do gerenciamento.
A liderança faz mais falta ainda em nossas vidas pessoais, pois estamos nos dedicando muito mais a gerenciar com eficácia, a estabelecer e atingir metas, antes de ter esclarecido quais são nossos valores.
Sthephen R. Covey, no livro "Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes"
domingo, 16 de maio de 2010
Não tenha pressa
Não apresse o por do sol, ele tem seu tempo de anunciar o anoitecer até seu último raio de luz...
Não apresse a tua alegria, ela tem seu tempo certo para aprender com a tua tristeza...
Não apresse o teu silêncio, ele tem seu tempo de paz após o barulho cessar...
Não apresse o teu amor, ele tem seu tempo de semear mesmo nos solos áridos do teu coração...
Não apresse a tua raiva, ela tem seu tempo para diluir-se nas águas mansas da tua consciência...
Não apresse o outro, ele tem seu tempo certo para florescer aos olhos do Criador...
Não apresses a ti mesmo, pois precisas de tempo para sentir tua própria evolução...
Não apresses o rio, ele corre sozinho e sabe vencer os obstáculos que lhe aparecem pela frente ora com sua suavidade ou com sua força, depende da ocasião... Aprenda com ele!!!
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Conviver com as perdas
Na verdade, o fracasso é a oportunidade de começar inteligentemente outra vez. Para que possamos entender este processo de crescimento, precisamos conviver com as perdas. As perdas possuem um significado muito interessante em nossas vidas, pois, por incrível que pareça, diante delas é que damos um valor incrível para as coisas, ou seja, o verdadeiro valor.
Mas um detalhe merece ser evidenciado: jamais fique se cobrando pelas perdas ocorridas no passado. Apenas aprenda com elas, pois muitos paradigmas no mundo serão quebrados. Pense nisso e seja muito feliz.
Adonai Zanoni de Medeiros- Conferencista e Consultor
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Seja Diferente e Faça a Diferença
Claro que não é fácil. Com frequência reagimos à negatividade sendo negativos também. Com isso, conseguimos apenas piorar a situação. Mas você tem a opção de não reagir. Você tem a opção de seguir seu próprio curso. Só porque as pessoas ao seu redor agem negativamente, não significa que você também deva agir dessa forma.
Quando todos ao seu redor estiverem frustrados e impacientes, esforce-se ao máximo para manter a calma e a compostura. Quando todos ao seu redor estiverem zangados, esforce-se para ser a voz da razão e da compaixão. Quando todos ao seu redor estiverem desanimados, ofereça a esperança.
Fonte.www.diabetenet.com.br
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
O Valor da Bíblia
Colocou-os a sua frente na seguinte ordem: cocheiro, jardineiro, cozinheira, arrumadeira e o pequeno mensageiro. Em seguida, dirigindo-se a eles, explicou o motivo de os haver chamado até ali e, por fim, fez-lhes uma pergunta, esperando de cada um a sua própria resposta. Essa foi a pergunta feita:
- O que prefere você receber agora: esta Bíblia ou este valor em dinheiro?
- Eu gostaria de receber a Bíblia - Respondeu, pela ordem, o cocheiro - Mas, como não aprendi a ler, o dinheiro me será bastante mais útil!
Recebeu então a nota, de valor elevado na época, e agradeceu ao patrão. Esse pediu-lhe que permanecesse em seu lugar.
Era a vez do jardineiro fazer a sua escolha e, escolhendo bem as palavras, falou:
- Minha mulher está adoentada, e por esta razão tenho necessidade do dinheiro; em outra circunstância escolheria, sem dúvida, a Bíblia.
Como aconteceu com o primeiro, ele também permaneceu na sala após receber o valor das mãos do patrão. Agora, pela ordem, falaria a cozinheira, que teve tempo de elaborar bem a sua resposta:
- Eu sei ler, porém, nunca encontro tempo para sequer folhear uma revista; portanto, aceito o dinheiro para comprar um vestido novo.
- Eu já possuo uma Bíblia e não preciso de outra; assim, prefiro o dinheiro. Informou a arrumadeira, em poucas palavras.
Finalmente, chegou a vez do menino de recados. Sabendo-o bastante necessitado, o patrão adiantou-se em dizer-lhe:
- Certamente você também irá preferir dinheiro, para comprar uma nova sandália, não é isso, meu rapaz?
- Muito obrigado pela sugestão. De fato estou precisando muito de um calçado novo, mas vou preferir a Bíblia. Minha mãe me ensinou que a Palavra de Deus é mais desejável do que o ouro. Disse o pequeno mensageiro.
Ao receber o bonito volume, o menino feliz o abriu e nisso caiu aos seus pés uma moeda de ouro. Virando outras paginas, foi deparando com outros valores em notas. Vendo isso, os outros criados perceberam o seu erro e envergonhados deixaram o recinto.
A sós com o menino, disse-lhe comovido o patrão: "Que Deus o abençoe, meu filho, e também a sua mãe, que tão bem o ensinou a valorizar a Palavra de Deus."
Pense agora: "O que pode ser mais valioso do que a palavra de Deus ?"
Tudo aquilo que nós precisamos, Deus tem e deseja que tenhamos.
A nós, basta aceitar o que Ele nos oferece.
Fonte:www.mensagemevangelica.com.br
sábado, 18 de julho de 2009
Socrates

Quem valorizou a descoberta do homem feita pelos sofistas, orientando-a para os valores universais, segundo a via real do pensamento grego, foi Sócrates. Nasceu Sócrates em 470 ou 469 a.C., em Atenas, filho de Sofrônico, escultor, e de Fenáreta, parteira. Aprendeu a arte paterna, mas dedicou-se inteiramente à meditação e ao ensino filosófico, sem recompensa alguma, não obstante sua pobreza. Desempenhou alguns cargos políticos e foi sempre modelo irrepreensível de bom cidadão. Combateu a Potidéia, onde salvou a vida de Alcebíades e em Delium, onde carregou aos ombros a Xenofonte, gravemente ferido. Formou a sua instrução sobretudo através da reflexão pessoal, na moldura da alta cultura ateniense da época, em contato com o que de mais ilustre houve na cidade de Péricles.
Inteiramente absorvido pela sua vocação, não se deixou distrair pelas preocupações domésticas nem pelos interesses políticos. Quanto à família, podemos dizer que Sócrates não teve, por certo, uma mulher ideal na quérula Xantipa; mas também ela não teve um marido ideal no filósofo, ocupado com outros cuidados que não os domésticos.
Quanto à política, foi ele valoroso soldado e rígido magistrado. Mas, em geral, conservou-se afastado da vida pública e da política contemporânea, que contrastavam com o seu temperamento crítico e com o seu reto juízo. Julgava que devia servir a pátria conforme suas atitudes, vivendo justamente e formando cidadãos sábios, honestos, temperados - diversamente dos sofistas, que agiam para o próprio proveito e formavam grandes egoístas, capazes unicamente de se acometerem uns contra os outros e escravizar o próximo.
Entretanto, a liberdade de seus discursos, a feição austera de seu caráter, a sua atitude crítica, irônica e a conseqüente educação por ele ministrada, criaram descontentamento geral, hostilidade popular, inimizades pessoais, apesar de sua probidade. Diante da tirania popular, bem como de certos elementos racionários, aparecia Sócrates como chefe de uma aristocracia intelectual. Esse estado de ânimo hostil a Sócrates concretizou-se, tomou forma jurídica, na acusação movida contra ele por Mileto, Anito e Licon: de corromper a mocidade e negar os deuses da pátria introduzindo outros. Sócrates desdenhou defender-se diante dos juizes e da justiça humana, humilhando-se e desculpando-se mais ou menos. Tinha ele diante dos olhos da alma não uma solução empírica para a vida terrena, e sim o juízo eterno da razão, para a imortalidade. E preferiu a morte. Declarado culpado por uma pequena minoria, assentou-se com indômita fortaleza de ânimo diante do tribunal, que o condenou à pena capital com o voto da maioria.
Tendo que esperar mais de um mês a morte no cárcere - pois uma lei vedava as execuções capitais durante a viagem votiva de um navio a Delos - o discípulo Criton preparou e propôs a fuga ao Mestre. Sócrates, porém, recusou, declarando não querer absolutamente desobedecer às leis da pátria. E passou o tempo preparando-se para o passo extremo em palestras espirituais com os amigos. Especialmente famoso é o diálogo sobre a imortalidade da alma - que se teria realizado pouco antes da morte e foi descrito por Platão no Fédon com arte incomparável. Suas últimas palavras dirigidas aos discípulos, depois de ter sorvido tranqüilamente a cicuta, foram: "Devemos um galo a Esculápio". É que o deus da medicina tinha-o livrado do mal da vida com o dom da morte. Morreu Sócrates em 399 a.C. com 71 anos de idade.
Fonte: www.mundodosfilosofos.com.br
imagem: www.the-feedbag.com
O Mundo de Sofia
O Mundo de Sofia (Sofies verden em norueguês) é um romance escrito por Jostein Gaarder, publicado em 1991. O livro foi escrito originalmente em norueguês, mas já foi traduzido para mais de 50 línguas, teve sua primeira edição em português em 1995, que atualmente se encontra em sua 61ª reimpressão. Somente na Alemanha foram vendidos 3 milhões de cópias.
O livro funciona tanto como novela, como um guia básico de filosofia. Também tem temas conservacionistas e a favor da ONU. Em 1999, foi adaptada para um filme norueguês; entretanto, não foi largamente publicado fora da Noruega. Esse filme também foi apresentado como uma minissérie na Austrália, se não em outros lugares. Também foi adaptado para jogo de PC pela Learn Technologies em 1998.
As vésperas de seu aniversário de quinze anos, Sofia Amundsen começa a receber bilhetes e cartões postais bastante estranhos. Os bilhetes são anônimos e perguntam a Sofia quem é ela e de onde vem o mundo em que vivemos. Os postais foram mandados do Líbano, por um major desconhecido, para uma tal de Hilde Knag, jovem que Sofia igualmente desconhece.
O mistério dos bilhetes e dos postais é o ponto de partida deste fascinante romance, que vem conquistando milhões de leitores em todos os países em que foi lançado. De capítulo em capítulo, de "lição" em "lição", o leitor é convidado a trilhar toda a história da filosofia ocidental - dos pré-socráticos aos pós-modernos -, ao mesmo tempo em que se vê envolvido por um intrigante thriller que toma um rumo surpreendente.
"A capacidade de nos surpreendermos é a única coisa de que precisamos para nos tornarmos bons filósofos (...) E agora tens que te decidir, Sofia: és uma criança que ainda não se habituou ao mundo? Ou és uma filósofa que pode jurar que isso nunca lhe acontecerá?... Não quero que tu pertenças à categoria dos apáticos e dos indiferentes. Quero que vivas a tua vida de forma consciente."
"Quem és tu?", "De onde vem o mundo?", "Haverá uma vontade e um sentido por detrás daquilo que acontece?", estas são algumas das perguntas colocadas a Sofia durante aquilo que irá ser um verdadeiro "curso de filosofia". Este curso foi oferecido a Sofia por uma pessoa que ela não conhecia mas que acabou por se tornar rapidamente num grande amigo. Através dele, Sofia viaja até 600 a.c., onde encontra os primeiros filósofos, e a partir daí segue o rumo da história dos homens e o evoluir da mentalidade e do pensar filosófico. É por meio do seu professor de filosofia que Sofia conhece Sócrates, Aristóteles, Descartes, Spinoza, Kant, Hegel, Marx, Freud, entre muitos outros.
Mas a história de Sofia e Alberto (o seu professor) não fica por aqui. Ao mesmo tempo que se vai desenvolvendo o seu curso de filosofia, as duas personagens vão-se apercebendo da existência de outra realidade para além daquela em que vivem.
É uma história composta de muitas outras, que nos faz pensar se não seremos também nós apenas personagens duma história que um dia alguém escreveu. É nesta perspectiva que o autor faz aparecer na mesma realidade que Sofia personagens como o Capuchinho Vermelho, Aladino ou o João Ratão, todas elas criadas um dia por alguém que lhes era superior e que lhes restringia a existência a uma simples história infantil. Depois de criadas, todas elas são obrigadas a viver num plano de existência paralelo. O mesmo aconteceu a Sofia e Alberto, que no fundo não passam de duas personagens duma aventura na filosofia.
fonte: http://ptwikipedia.org
www.ime.usp.br

